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12 (boas) razões para querer ser saudável
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| Foto de Healthy Living Center |
Meninos com rotinas fit & healthy ou apenas com vontade e ambição de ascender ao estatuto “Deus-grego-sarado-de-fazer-cair-o-queixo-de-tanta-saúde-que-transborda” este post também é para vocês!
Na verdade este post é para todos.
Saúde na Despensa #1
Não sou nada refém de dietas (felizmente também nunca tive ou senti essa necessidade) e gosto de provar um pouco de tudo. Contudo, embora muitas pessoas confundam, optar por um estilo de vida saudável ou por comer saudável não é fazer dieta. E nunca é tarde para melhorar os nosso hábitos. É importante estarmos atentos aos produtos e alimentos que maiores benefícios podem trazer ao nosso organismo, porque isso reflete-se no nosso desempenho e bem-estar diários e a longo prazo. O segredo é escolher bem, equilibrar e variar. Como costumo dizer: "Comer bem para viver melhor". Podem ler mais sobre este tema aqui.
E como as coisas boas devem ser difundidas e partilhadas hoje trago-vos um “produto do bem”.
A Alpro Natural tem sido uma das minhas escolhas para incluir nos meus lanches (ou no meu pequeno-almoço).
Para quem não conhece, este produto tem uma textura suave e muito cremosa e é uma alternativa mais saudável aos iogurtes, por ser cem por cento vegetal e baixo em açúcares (não é um 0%, mas tem apenas 2,2g de açúcar em 100g de produto). Mas não é só! Os benefícios deste iogurte são vários. É rico em proteínas vegetais, baixo em gorduras saturadas, não tem lactose, nem glúten. Contém cálcio, vitaminas B12 e D2 e é uma fonte de antioxidante vitamina E. Por isso, como veem, pretextos não faltam para provar e incluir esta alternativa vegetal ao iogurte na nossa “rotina alimentar”.
As embalagens desta gama têm 500g de protudo, o que dá para cerca de duas a três refeições (depende da quantidade de produto que utilizem). O que restar pode voltar a ser conservado no frigorífico até próxima utilização.
Esta delícia está ao nosso dispor em três opções: Alpro Natural, Alpro Natural com Amêndoa ou Alpro Natural com Coco e pode ser consumido de diferentes formas: com cereais, em batidos ou com fruta. Depois posso partilhar convosco algumas sugestões de como o consumir.
Já conheciam esta maravilha?
Ser saudável está na moda
Modas sempre as houve, mas nunca me cingi muito a elas. Aceito as tendências mas, por norma, crio as minhas. Gosto de estar informada, sou curiosa, mas gosto sobretudo de andar "ao meu ritmo". Não sou muito influenciável, mas gosto de me inspirar, gosto de saber "o que anda no ar", mas não me limito a reproduzir o que vejo. Por norma, questiono as coisas, vou em busca de mais informações e se valer a pena eu própria começo a reproduzi-las. No fundo, é encontrar um sentido para fazer ou não algo e não apenas fazer só porque toda a gente faz.
Ser (ou parecer) saudável está na moda (o que é ótimo!). Agora com a febre dos "sumos verdes" (ou detox), do fitness, do vegan,... começamos a ser invadidos por toda uma nova panóplia de vocabulário rotineiro como "pré-treino", "pós-treino", "celeiro", "proteínas", "produtos biológicos", "gluten free", sementes (ui, como as sementes estão na moda: chia, linhaça,...), já para não falar nos "mirtilos".
Contudo, penso que essa parte mais técnica do desporto (inicialmente mais incumbida aos profissionais e, hoje em dia, também entendida (q.b) e praticada pelo comum das pessoas) não tem de ser levada à risca, nem tão pouco de forma obrigatória. Isso tem a ver com os objetivos de cada um. E conheço muita gente que desmotiva por isso. "Ah, eu não tenho dinheiro para aqueles baldes que eles compram!". Ser saudável dá trabalho, mais ainda para quem não tinha qualquer rotina do género. É preciso ter muita paciência, disciplina e dedicação para optar por reeducar todos os hábitos que se iam mantendo. Como se costuma dizer: É difícil começar. Mas mais difícil ainda é dar continuidade ao que se começou ou aprendeu.
O pior desta "onda saudável" é o efeito "bola de neve" que vira avalanche, ou seja, são muitas pessoas a inspirarem-se umas nas outras e muito pouco em profissionais... depois cometem-se erros. Há pessoas que de facto têm conhecimentos para aplicar certas práticas, mas quem as "copia" nem sempre os tem. E, por vezes, aquilo que é indicado para uma pessoa pode não ser indicado para outra. Cada organismo é um organismo e, infelizmente, seguir algo só porque resultou com aquela pessoa não é uma boa política.
Tirando algumas exceções de dietas necessárias e requeridas por médicos ou casos de saúde graves, as coisas funcionam de forma simples: tudo faz mal quando consumido em excesso (o sal em excesso é altamente prejudicial, mas os sumos ditos "detox" também). Assim que mantenhamos uma alimentação equilibrada (comer um pouco de tudo da dita "roda dos alimentos"), em quantidades quanto baste já é um bom caminho. Se a isso aliarmos a prática de exercício físico (uns alongamentos, uma caminhada, que seja) melhor ainda. Depois existem os requisitos básicos, que têm a ver sobretudo com a gordura dos alimentos, daí a opção pelos cozidos e grelhados em detrimento dos fritos (a forma como se confecciona os alimentos também conta muito). A parte mais técnica tem a ver com objetivos específicos, como aumentar a massa muscular, manter massa muscular, moldar a forma corporal, emagrecer, aumentar de peso, ... Depois existem os motivos mais "científicos": há nutrientes, minerais e vitaminas presentes nos alimentos que evitam que se recorra a medicamentos/químicos para obter o mesmo efeito, pelo que é bom conhecer quais são e como podemos integrá-los na nossa "dieta" diária.
Acima de tudo sou da opinião que só devemos fazer algo por estimulação própria e porque nos faz sentir bem. Não adianta fazermos algo só porque toda a gente faz, se não nos sentimos verdadeiramente motivados ou satisfeitos. Além de ser mais difícil obter-se resultados, também vamos prejudicar a nossa saúde interior. E não há nada mais importante do que o nosso bem-estar. Por isso, primeiro é fundamental perceber os motivos que nos movem a fazer isto ou aquilo; perceber o que é importante para NÓS.
Find balance
Olá a todos :)
A Páscoa passou. Hoje gastam-se os últimos cartuchos de preguiça que amanhã é dia de voltar à vida real.
Espero que tenham tido uma Páscoa muito especial. À parte das amêndoas, dos ovos de chocolate, dos folares, do cabrito ou do pão-de-ló, das mesas mais ou menos recheadas, da tradição mais ou menos a rigor, espero que tenham tido oportunidade de desfrutar da presença e da união da família e dos que mais amam.
Curiosamente hoje é segunda-feira - a tão abominável e terrível segunda-feira. Mas, desta vez a segunda-feira chegou com boas notícias para muito boa gente: dia de folga, ou seja, mais horas de sono, mais tempo de ronha!
No meu caso, aproveitei o sol - que parece que vai ser de pouca dura - para dar mais uma corrida e fazer alguns exercícios. O sol sempre puxou por mim, mas de há uns tempos para cá tenho andado cheia de motivação e vontade. A verdade é que descobri que os efeitos dessa prática em mim são algo que imediatos. É ótimo para o corpo, mas melhor do que isso é sentir que é bom para a mente e para o espírito. Acho que encontrei uma nova terapia para os dias mais "pesados" e cinzentos... e a responsabilidade poderá estar, também, no spot que "descobri" para o fazer. Dá-me tudo o que preciso: clareza e liberdade mental, leveza espiritual e paz interior.
Amanhã arranca mais uma semana e para mim vai ser a doer. Espera-me um dia looongo, daqueles que passamos 24 horas na rua e não vemos a hora de aterrar nos lençóis.
Um bom regresso à realidade para todos!
"Women need real moments of solitude and self-reflection to balance out how much of ourselves we give away."
(Barbara De Angelis)
It's time to workout!
Tempo cinzento. Vento Forte. Chuva, ora miúda ora a potes. A meteorologia apela claramente a que fiquemos a vegetar no sofá em frente ao televisor ou portátil. Se há quem tenha de contrariar essa vontade, porque tem de ir trabalhar, há quem não tenha essa responsabilidade (infelizmente) e pense que não tem outra alternativa se não ceder à preguiça e à depressão. É um facto que o tempo exterior não convida, de todo, ao exercício físico, mas a solução não é (e contra mim falo) hibernar numa latência, presos às nossas lamentações. A palavra de ordem deve ser: contrariar. Devemos inspirar fundo, reunir forças e, com muito espírito de sacrifício e motivação, dar alguma atividade ao corpo e à mente. Custa, mas os resultados e a sensação que nos proporcionam vão fazer com que queiramos repetir dia após dia.
Eu, por exemplo, já não me lembro de dar atividade física ao meu corpo há uns bons tempos. Caminho bastante a pé, é certo. Mas a verdade é que muitas dessas vezes é sobre tensão e stress ou, pior, de saltos altos!
Não é novidade nenhuma que as pessoas têm maior tendência para prestar atenção ao corpo quando este, inevitavelmente, estará mais exposto, ou seja, no verão, mas o ideal seria mesmo exercitar o corpo ao longo de todo ano. Mais do que uma questão fútil e estética, como muitos gostam de apontar - e isto vai soar a cliché, mas é verdade - estamos a falar de uma questão de saúde. E é preciso interiorizar isto para mudar tudo o resto.
Sou apologista de que se crie uma rotina de exercício físico diário, por muito simples, curto ou prático que seja (mas, o facto de ser apologista não significa que eu própria o ponha em prática, infelizmente).
Exatamente por não ser a pessoa mais disciplinada do mundo neste aspeto, sinto-me no direito de vir dar o meu exemplo. Com um bocadinho de força de vontade podemos provar a nós mesmos que os hábitos se educam e que podem ser mudados. Sem desculpas! Sei que, neste momento, sou uma pessoa com bastante tempo livre e alguma disponibilidade, mas exatamente por isso devo ser a primeira, e outros como eu, a ter de encontrar formas para ocupar o tempo e sobretudo a mente. Para quem não tem tempo nem para respirar, acredito que com uma boa gestão do relógio, consigam encaixar 30 minutos que seja de exercício físico na vossa rotina diária.
"Na maior parte das vezes, somos nós próprios que inventamos desculpas para justificar os quilos a mais e achamos que a barriguinha que temos, os pneus a mais, o excesso de celulite são uma inevitabilidade e que não há nada que possamos fazer para mudar isso, ora porque não temos horários, ora porque temos filhos para cuidar, ora porque os ginásios são caros, ora porque não podemos pagar tratamentos, ora porque é uma questão genética, ora porque engordamos com o ar, ora porque as dietas não resultam." (by 'O Arrumadinho')
Sim, tudo isto é verdade. A obesidade é um flagelo atual? Sim, é. Nem toda a gente é gorda por culpa própria? É verdade. Existe o fator genética? Sem, dúvida! Cada caso é um caso, isso é um ponto assente. Mas não falamos de ser gordo ou magro. O "desporto" é um bem maior que deve ser comum a todos (independentemente do peso, ou dos objetivos individuais de cada um). Não há tempo, não há condições de vida, não há dinheiro, é certo! Mas essas são desculpas que damos a nós próprios para justificar a nossa falta de motivação e garra. Cabe-nos a nós ter força de vontade para mudar as coisas e lutar por isso. 30 minutos de exercícios básicos ou meros alongamentos fazem toda a diferença e podemos tentar incluí-los na nossa rotina! Isso aliado a uma dieta saudável - e dieta nem sempre significa deixar de comer - e podemos não só melhorar o estado da nossa saúde, como dar um elixir extra de boa disposição à nossa alma!
Eu comecei hoje! Quem se junta a mim?
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Sobre Mim
Olá a todos! O meu nome é Ana Camboa, vivo em Lisboa e sou a autora do blog.
Pouco tempo e muitas paixões culminaram neste espaço.
Estórias, pessoas, novidades, eventos, tendências, destaques, atualidade, lugares, frivolidades e, quem sabe, outras banalidades. Tudo o que está “Em Voga” terá lugar cativo por estas bandas.
Um ponto de encontro das horas vagas, com momentos muito pouco vãos e com pronúncia do Norte.





